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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Confirmado Coldplay no Rock in Rio 2011


10 perguntas inconvenientes sobre a ação no Rio de Janeiro!

Lendo alguns posts na web me deparei com essas perguntas que além de pertinentes revelam em geral os questionamentos internos da sociedade, pois no fundo, no fundo, a  maioria das pessoas ja se depararam com alguma dessas perguntas. A diferença é que uns preferem sufocá-las, enquanto outros as encaram corajosamente.






Vamos às perguntas? Para lê-las clique em mais informações.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Abandono do cristianismo bate recorde entre jovens e adultos!

 
Sociólogos estão vendo acontecer entre os jovens adultos dos EUA uma grande mudança: o abandono do cristianismo. Uma resposta honesta requer um exame deste “êxodo” e alguns questionamentos sobre os motivos desta mudança.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Dinesh D'Souza vs Christopher Hitchens

Aqui vão trechos do debate entre Dinesh D'Souza (cristão) e Christopher Hitchens (ateu). Apesar de não ser um vídeo recente considero-o de extrema relevância na formação do pensamento teísta atual! Vale a pena assitir!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

iPad é a grande preferência de crianças no EUA, mais até do que Kinect!



















Parece que o efeito Oprah se espalhou pelos Estados Unidos. Uma pesquisa conduzida pela Nielsen entrevistou crianças entre seis e 12 anos sobre os aparelhos eletrônicos que mais gostariam de comprar nos próximos seis meses (isso inclui o Natal). O iPad aparece em primeiro lugar isolado com 31% da preferencia de todas as crianças.
O Xbox 360 da Microsoft e a novidade Kinect amargaram uma posição nada favorável na tabela com 12 e 14 % da preferência respectivamente. O resultado contraria toda a expectativa da empresa de Steve Ballmer sobre o impacto das vendas do Kinect do Natal. O acessório da Microsoft também ficou atrás de outros consoles, como Wii e Playstation 3.
Outro dado importante é a vantagem do iPod Touch em relação às outras plataformas de games portáteis, como PSP e Nintendo DS. O player portátil da Apple se iguala ao computador (desktops e notebooks) em desejo de compra entre as crianças com 29% da preferência. Em sequência figura o Nintendo DS com 25%.

Fonte:  Blog Uol Tec



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domingo, 21 de novembro de 2010

"Assexuados" A tribo que defende o direito de não transar

 Michael Doré tem 28 anos e nunca beijou. Nem pretende. Beijos, carinhos e qualquer forma de contato íntimo lhe causam repulsa. “O sexo me enoja”, diz. “Sou um assexual convicto.” É quase impossível imaginar que um cara como ele, charmoso, bem-sucedido — é um matemático norueguês e PhD da Universidade de Birmingham, na Inglaterra —, sequer pense em transar. Ainda mais nos dias de hoje, em que sexo e orgasmo são quase uma obrigação. E, antes que você se pergunte o que há de errado com Michael, ele mesmo responde: “Não, não sou gay, não fui abusado na infância, nem tenho problemas hormonais. Eu simplesmente não gosto de transar”. Assim como ele, a pedagoga mineira Rosângela Pereira dos Santos, o bancário americano Keith Walker e uma legião de assexuados dos mais diferentes cantos do planeta começam a sair do armário. São homens e mulheres de todas as idades, perfeitamente capazes de fazer sexo, mas sem nenhum apreço pela coisa. Gente que, graças ao apoio da Aven (Asexual Visibility and Education Network), rede que luta pela visibilidade dos assexuados no mundo, conseguiu se unir para levantar a bandeira da abstinência e lutar para que a assexualidade seja reconhecida como uma quarta orientação sexual (além de héteros, homos e bissexuais).

 Sob o slogan “It’s o.k. to be A” (algo como “tudo bem ser assexuado”), essa turma tem frequentado as passeatas gays de Nova York, São Francisco, Londres e Manchester. No grupo, lutando contra o preconceito em relação aos que não gostam de transar, há desde aqueles que nunca tiveram uma relação sexual na vida, até os que fazem sexo por obrigação, para não perder o parceiro. “Por assexual entende-se apenas aquele que não sente atração sexual, não o que não é capaz de se envolver”, explica a socióloga Elisabete Oliveira, que fez do assunto tema de seu doutorado na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. “Existem os assexuais românticos e os não românticos. O primeiro grupo consegue se apaixonar, casar e até ter filhos — desde que não haja sexo envolvido. O segundo não gosta de carinhos e não se sente apto a se apaixonar.”

Esses dois grupos também podem ser classificados como libidinosos ou não. “Ser assexual não significa, necessariamente, não ficar excitado”, afirma o bancário americano Keith Walker, 37 anos. “Muitos de nós se masturbam, mas não estabelecem relação entre isso e o sexo. É apenas uma maneira de relaxar e aliviar o stress”, diz. Segundo a psicóloga paulista Tânia Mauadie Santana, hoje é comum que a energia que antes era sexual seja canalizada para outras áreas da vida. “A libido é uma energia vital, o que não necessariamente se manifesta só nos órgãos sexuais. O desejo pode ser direcionado para o trabalho, a comida e as atividades físicas”, diz.

Com as recentes investidas no chamado Viagra feminino — comprimido à base de flibanserina que promete devolver a libido à mulher que a perdeu e apresentá-la a que nunca teve —, a comunidade médica tem falado muito em “desejo sexual hipoativo”. O termo, catalogado há mais de 30 anos pela Organização Mundial da Saúde como uma “disfunção sexual”, tem conotação pejorativa para assexuados, que, com razão, não querem ser vistos como doentes. “Quem pratica sexo costuma ter humor melhor, pois o ato libera hormônios de ação antidepressiva. Mas a falta dele não chega a ser um problema de saúde. Ninguém vai morrer por isso”, afirma Tânia Santana. Segundo o psiquiatra Alexandre Saadeh, a assexualidade só requer tratamento quando gera sofrimento. “Se a falta de desejo ou o excesso dele impedir alguém de ser feliz, aí, sim, deve-se falar em tratamento. Caso contrário, não há por quê”, afirma o médico.

Para mostrar (e entender) que é possível ser feliz sem sexo, Marie Claire se cadastrou em redes e sites de relacionamento onde assexuais trocam ideias, causas e bandeiras. No Brasil, o site Refúgio Assexual, criado pelo pernambucano Julio Neto, de 19 anos, é o principal local de convergência dessa turma. “Muitos chegam aos fóruns com sentimento de culpa. É compreensível. Na sociedade em que vivemos hoje, em que se usa o sexo para vender de geladeiras a refrigerantes, é quase um crime não querer transar”, diz ele. Nas próximas páginas, você confere dilemas, embates, questionamentos e conquistas vividos por assexuais do mundo todo.

 “Cheguei a pensar que fosse gay” - Michael John Doré, 28, matemático

“Até os 11 anos de idade, eu e meus amigos éramos todos parecidos, brincávamos das mesmas coisas e tínhamos ‘nojo’ de beijo de língua e sexo. Aos 12 anos, esses mesmos garotos passaram a ficar fascinados por mulheres. Falavam sobre elas o tempo todo, idealizavam como seria transar e folheavam revistas de sacanagem. Eu não conseguia entender o que, de uma hora para outra, havia mudado tanto entre eles. Na minha cabeça, havia a possibilidade (e a esperança) de que, cedo ou tarde, eu também fosse me sentir como eles. Cheguei a pensar que era gay. Mas, se as mulheres não me atraiam sexualmente, os homens, muito menos. Então, aos 16 anos, quando todos meus amigos e amigas só falavam e pensavam em sexo, passei a me considerar assexual. E, temendo o estranhamento das pessoas, guardei comigo esse segredo.

Ainda assim, vivi vários episódios de bullying na escola. Estranhando minha falta de interesse nas garotas, meus colegas de classe me excluíam da turma, pegavam no meu pé e diziam que eu era gay — o que, para mim, era ainda mais dolorido. Dez anos se passaram entre a minha ‘autodescoberta’ e a minha capacidade de revelar isso aos amigos mais próximos. Foi um período muito complicado, pois eu não só tinha de lidar com minha assexualidade, algo que nem entendia direito, como me apontavam como algo que eu não sou. Com o tempo, entendi que pessoas ignorantes não conseguem diferenciar homossexualidade de assexualidade.

Em julho deste ano, decidido a participar da parada GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros) de Londres, com um grupo de assexuais que luta pelo direito de não transar, abri a verdade para minha família. Eles me deram muito apoio e ficaram felizes por mim. Minha irmã, inclusive, decidiu ir comigo a uma parada GLBT em Manchester, um mês depois. Acho que a pergunta que eu mais ouço quando conto que sou assexual é: ‘Por que você tem a necessidade de se definir dessa forma?’. Pelo simples motivo de que gosto de entender quem eu sou. A maioria das pessoas — assexuais ou não — também pensa assim. Muitos encontram alívio quando descobrem que não estão sozinhos, que não são únicos. Além disso, me assumir como assexual e participar ativamente da comunidade é um bom jeito de conhecer parceiras assexuais. Eu sou um assexual romântico — teria um relacionamento com uma mulher. Mas ela deve ser, necessariamente, assexual também. O sexo para mim é repulsivo e eu só me relacionaria com uma pessoa que não me cobrasse qualquer tipo de contato íntimo. Nunca na minha vida fiquei ou transei com uma garota. Em nenhum momento da minha vida, até aqui, tive vontade. Nem a menor curiosidade.”

“Odiei o sexo desde a 1ª vez” - Rosângela Pereira dos Santos, 32 anos, pedagoga

“Tenho 32 anos, estou solteira e sou formada em pedagogia, mas trabalho em um projeto ambiental do estado de Minas Gerais. Fui filha única até os 23 anos de idade, quando nasceu meu irmão do segundo casamento da minha mãe. Coincidência ou não, foi nesse mesmo ano que perdi minha virgindade. Fui uma adolescente tardia. Até os 14, brincava com Barbies — hoje, algo impensável para a nova geração. Mas não foi por isso que demorei para transar. Sempre desconfiei que havia algo diferente comigo. Não sentia o prazer que minhas amigas diziam sentir quando saíam com rapazes. Achava que tinha algum tipo de problema e, por ser muito jovem, não conseguia conversar sobre isso com ninguém. Sofria sozinha. E, como imaginei que aconteceria, odiei o sexo desde a primeira vez. Foi com um namorado da época. Eu gostava dele, adorava beijá-lo, fazer e receber carinho... Teoricamente, todos os ingredientes necessários para dar certo. Mas, sem sexo, não deu. Por mim, passaria o resto da vida sem transar e seria feliz! Mas gosto de namorar e, infelizmente, é quase impossível encontrar — pelo menos aqui no Brasil — alguém igual a mim. Até por isso não consigo entrar em um relacionamento sério há cinco anos. Isso significaria enfrentar uma pressão enorme para transar e, fatalmente, me deixaria infeliz. Sei que meu problema não é físico. Já fui a médicos, fiz várias contagens hormonais e não há absolutamente nada errado comigo.

Eventualmente, eu até transo. A última vez aconteceu há três meses. O rapaz não é meu namorado, mas gosto bastante dele. É uma ótima companhia. Gosto dos homens e sei que posso perfeitamente me apaixonar. Curto sair para jantar, ir ao cinema, tomar cerveja, fazer carinho, beijar bastante... mas não suporto qualquer tipo de contato sexual. Tudo que envolve a genitália me incomoda e é extremamente desagradável: sexo oral, penetração... tanto que nunca tive um orgasmo enquanto transava. Por outro lado, a masturbação não é um problema para mim. Sou perfeitamente capaz de atingir o orgasmo me
estimulando sozinha. É uma ótima forma de aliviar o stress do dia a dia, sem nenhuma conotação sexual.

Nas poucas vezes em que tentei falar sobre o assunto com pessoas próximas, sei que me rotulavam como o estereótipo de garota esquisita, complexada, isolada, coisa que eu não sou! Não foram momentos fáceis. Hoje em dia, só amigas mais íntimas sabem de minha ‘situação’. Faz pouco tempo, cerca de um ano, que finalmente me descobri como assexual. Foi através de pesquisas na internet: procurando entender melhor meu comportamento ‘diferente’, encontrei, em fóruns de discussão, pessoas como eu. Percebi que não estava sozinha! Apesar de ser um alívio pessoal, sei que não posso falar sobre esse assunto com qualquer pessoa. Minha família, por exemplo, não faz ideia do que seja a assexualidade — e tenho certeza que a maior parte dos brasileiros também não. Até cinco anos atrás, por exemplo, ao digitar a palavra “assexual” no Google, só apareciam artigos sobre amebas e bactérias.”

“Fico excitado. só não sinto o mínimo tesão” - Keith Walker, 37, bancário
“Descobri que sou assexual há seis anos. Meu primeiro casamento tinha acabado de terminar. Ficamos quatro anos juntos, mas, nesse tempo todo, só transamos umas cinco vezes. Depois de casarmos, no entanto, minha ex-mulher não conseguiu mais lidar com minha falta de interesse em sexo. E, para falar a verdade, eu também não. Me sentia como um peixe fora d’água, não só pela cobrança de minha mulher, mas porque todos os meus amigos e familiares tinham uma vida sexualmente ativa e, como a maioria das pessoas, viviam falando disso. Não sou impotente. Pelo contrário, ficar excitado é algo perfeitamente normal para mim, basta concentração. O que não tenho é tesão. A ejaculação, para muitos assexuais, é uma simples forma de alívio físico. E é justamente o que acontece comigo. Eu era apaixonado pela minha ex-mulher, mas não sentia desejo por ela (como não sinto, aliás, por ninguém). Não conseguimos entrar em um acordo saudável para ambos, e o relacionamento terminou. A partir daí, resolvi procurar apoio na internet, buscando pessoas como eu e, assim, fazer parte de um grupo, finalmente.

Mas não foi o que aconteceu. Pelo menos não no princípio. Como eu nunca tinha ouvido falar em assexualidade — nem a palavra era familiar —, acabei entrando para um grupo de celibatários. Nunca achei que pudesse ser gay, pois sempre me apaixonei romanticamente por mulheres, só não tinha vontade de fazer sexo com elas. Não demorou para que eu descobrisse que os celibatários eram pessoas completamente diferentes de mim: tinham desejo sexual, mas o reprimiam por motivos religiosos. Eu não, eu simplesmente não tinha vontade de fazer sexo. Não sentia tesão. Ou seja, nem lá eu me encaixava. Mas foi graças a um dos rapazes que eu conheci no grupo que descobri minha tribo. Percebendo minha total falta de libido, ele me falou sobre os assexuais, o trabalho da rede Aven e sugeriu que eu procurasse o grupo.

Moro em Washington e trabalho em um banco. Até antes de encontrar a Aven, quase não conversava com meus colegas sobre minha condição ‘diferente’ da maioria. Não é fácil lidar com um assunto que nem eu próprio tinha conhecimento. As poucas pessoas com as quais falava disso até tentavam me ajudar. Mas, no fundo, só atrapalhavam. Entendiam o que eu sentia, e cedo ou tarde, tentavam me ‘converter’ — como se essa fosse uma escolha minha. E não é. A única certeza que sempre tive é que sou heterossexual. Sei que muitos assexuais heterossexuais são questionados sobre sua orientação. Há um senso comum de que quem não gosta de sexo só pode ser gay — e reprimido. Mas isso é puro preconceito. Sou perfeitamente capaz de me apaixonar. E só me apaixonei por mulheres até hoje. Já fiz sexo muitas vezes, em especial quando estava na faculdade. Fazer sexo é algo que se espera de um homem jovem, estudante, que mora sozinho. E foi o que acabei fazendo durante os relacionamentos que tive na época. Transei não por desejo, mas por me sentir na obrigação de cumprir um ‘ritual’ presente em todos os namoros.

Foi só quando conheci a Aven — e, através dela, tive contato com pessoas parecidas comigo — que descobri que não precisava mais me sujeitar a isso. Há mais gente no mundo que, assim como eu, detesta sexo. Essas pessoas me entendem e aceitam. Tanto que foi através das reuniões e debates promovidos pela Aven que conheci minha atual mulher, uma moça linda e doce, sem a qual hoje não me imagino. Assim como eu, ela é assexual sem libido. Nos gostamos muito e, eventualmente, trocamos beijos e carícias, sem qualquer apelo erótico. É um amor tão lindo e tão puro que a cerimônia de nosso casamento, há três anos, foi transmitida em tempo real pelo da Aven — decisão que tomamos juntos para trazer mais visibilidade para nossa causa.

Somos muito felizes e até falamos em filhos. Se decidirmos ter filhos naturais (e não adotivos), não vejo por que não fazer sexo para engravidar. Nesse caso, não estaríamos nos divertindo — estaríamos apenas procriando. Não sou incapaz de fazer sexo. Pelo contrário, é uma opção não praticá-lo. E isso é muito libertador.”

Fonte: Marie Claire



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Papa Ratzi diz: camisinha pode, mas tem que ser michê!


Numa série de entrevistas dadas a um jornalista alemão, a serem publicadas em breve num livro, o Palpatine Papa Bento XYZ XVI (nome de guerra de Joseph Ratzinger), líder espiritual dos católicos, manifestou novamente suas preocupações mundanas  sobre o que as pessoas fazem com suas genitálias.
Mas dessa vez, acredite se quiser, as declarações do líder vitalício do Estado teocrático do Vaticano foram bem recebidas pelos setores progressistas. Quando perguntado se sua igreja se opunha à camisinha por princípio, ele respondeu que “ela claramente não considera [a camisinha] como uma solução real ou moral, mas, neste ou naquele caso, pode ser no entanto, na intenção de reduzir o risco de infecção, um primeiro passo num movimento por uma forma diferente, mais humana, de viver a sexualidade”.

O teocrata dá o exemplo do uso de camisinha por michês como “um primeiro passo na direção da moralização”, ainda que a camisinha “não seja realmente o modo de lidar com o mal da infecção pelo HIV”.

Ratzinger acrescenta que “a mera fixação na camisinha implica uma banalização da sexualidade”, onde a sexualidade não é mais uma expressão de amor, “mas apenas um tipo de droga que as pessoas administram a si mesmas”.
É de fato algo a se comemorar vindo da boca de alguém que já mentiu que a camisinha aumenta a incidência de AIDS. Sobre michês, o Papa deve estar falando por experiência própria, já que em março passado Angelo Balducci, um dos Cavalheiros de Sua Santidade, foi flagrado pela polícia procurando gigolôs ‘completamente ativos’. E isso não pode penetrar na reputação da igreja – não sem proteção.

Fonte: Bule Voador



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sábado, 20 de novembro de 2010

Ganhador do prêmio nobel de literatura, Mario Vargas Llosa, em entrevista exclusiva!

O Diálogos Culturais do Meio-Dia, da editora Abril, recebeu no dia 13 de outubro uma das mais importantes personalidades literárias do momento, o escritor peruano ganhador do Prêmio Nobel de Literatura de 2010, Mario Vargas Llosa. O escritor falou sobre política, suas experiências e a alegria de viver fazendo o que mais lhe dá prazer: literatura de boa qualidade.

Ainda surpreso com o prêmio, Vargas Llosa teve uma conversa franca com Ricardo Setti, jornalista e colunista do site de Veja, de quem se tornou amigo há 25 anos, e comentou sua experiência política em um continente onde a liberdade sempre corre perigo. Liberal convicto, o escritor defendeu com unhas e dentes a liberdade de imprensa e de mercado e também fez duras críticas a regimes que atentam contra a democracia na América Latina.

Ricardo Setti entrevista Vargas Llosa (Parte 1)


Ricardo Setti entrevista Vargas Llosa (Parte 2)


Fonte: Bravo Online



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Declaração polêmica da Associação Humanista Americana

Resolvi postar esse vídeo da Associação Humanista Americana devido à sua relevância no contexto mundial atual.
Certamente que alguns irão se escandalizar dizendo: Que Blasfêmia!É o diabo, só pode! Outros, no entanto, poderam dizer: É isso mesmo, eu sempre pensei assim, a religião é uma merda msm! Seja como for...
Não vou postar aqui a minha opinião sobre isso, apenas não poderia deixar de lado esse importante pronunciamento, até mesmo como uma forma de estimular a conciência crítica em geral no sentido da reafirmação lógica ou reformulação da sua concepção de mundo e de fé!



Fonte: Bule Voador




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Woopie Goldberg da resposta em pastor na TV e é aplaudida!



O premiado talk show “The View”, apresentado no canal ABC, reúne mulheres famosas que discutem assuntos do cotidiano e recebem convidados. Nesta terça-feira (16/11), um dos convidados foi Joel Osteen, pastor de uma das maiores igrejas americanas. Ele foi promover o lançamento do seu novo livro: The Christmas Spirit  [O Espírito do Natal]. Mas a parte final do programa gerou controvérsia por conta da saraivada de críticas à posição da igreja sobre o homossexualismo.

Estavam presentes nesta edição a veterana jornalista Barbara Walters, as comediantes Joy Behar e Sherri Shepherd, além da atriz Woopi Goldberg. Veja como foi o debate.

Barbara Walters: Desculpe. Eu só quero perguntar-lhe sobre um assunto controverso, embora saiba que você fica, ou tenta ficar, longe de questões polêmicas. Da última vez que você estivesse aqui, disse que a homossexualidade não é, eu estou te citando, “o melhor de Deus.” Recentemente, o pastor de uma igreja evangélica na Georgia chamado Jim Sully saiu do armário e disse que é gay. AQUI Ele foi casado, tem filhos, mas ele é gay. Qual é o seu sentimento sobre isso?

Pastor Joel Osteen: Bem, Barbara, primeiro eu deveria terminar a frase. Preciso deixar claro. Não acho que isso é o melhor de Deus para sua vida. Não acho é o melhor que Deus tinha quando nos fez. Quanto ao pastor que você mencionou, eu não sei qual é a situação dele. Acredito que as Escrituras ensinam que um pastor nessa posição de liderança, dizendo isso não ficaria em uma igreja cristã como a nossa. Mas eu não sei se ele é, se deve assumir ou não. Eu creio que talvez, se ele estiver aberto…

Walters: Se ele está em uma igreja cristã, então deve sair se for gay?

Osteen: Sabe, acho que depende apenas dele. Eu não sei. Quer dizer, o principal, Barbara, é que somos a favor das pessoas. Às vezes ficamos presos em…

Joy Behar: Você sabe que não é uma escolha, pastor. Não é uma escolha e, portanto, não acho que Deus olha atravessado para a homossexualidade, desse jeito, porque não é uma escolha. As pessoas nascem assim. Eles são o que são.

Osteen: Se você for até a nossa igreja, veria pessoas com todo o tipo de experiências no passado. Não temos placas na entrada dizendo “Proibido a entrada de gays, alcoólicos, drogados”. Somos um lugar para todos. Não somos contra as pessoas. Estamos querendo ajudá-las.

Joy Behar: Mas quando você diz que a Bíblia é contra o homossexualismo e os gays. Bem, isso faz com que as pessoas sofram violências, coisas ruins acontecem com eles por causa do que vocês dizem sobre esse assunto… É terrível!

Osteen: Bem, isso é difícil de entender, Joy. Não somos a favor da violência. Se você acompanhar o nosso ministério verá que apoiamos as pessoas. Mas há passagens nas Escrituras que não podemos mudar…

Whoopi Goldberg: Eu tenho uma pergunta, porque realmente acredito que Deus disse muito claramente: “Ninguém pode julgá-los além de mim. Se você tem um problema, se algo está acontecendo, você não precisa ouvir o que os outros estão dizendo. Vinde a Mim, e Eu os perdoarei”.

[aplausos]

Fonte: PavaBlog

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Vídeo mostra uma jovem tendo 'orgasmo' ao votar!

A Juventude Socialista da Catalunha (JSC) lançou um vídeo que compara o ato de votar com um orgasmo. A ala jovem do Partido Socialista da Catalunha (PSC) tenta mobilizar os jovens a votar  em seu candidato à reeleição à presidência do governo autônomo catalão, José Montilla.
O vídeo destaca que "votar é um prazer". Ele mostra a cena de uma jovem que, após escolher a cédula do PSC, tem um orgasmo ao colocar o voto em uma urna.

Confira aqui:



Apesar de pessoalmente não considerar o ato de votar um prazer (muito pelo contrário), é um vídeo muito divertido, hehe, que valía a pena postar aqui....

Fonte: G1



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"iPood" o pen drive mais nojento que já existiu!


Senhores, tem como explicar isso? Não precisa, né? O cara colocou uma letrinha a mais e criou o iPood (poo é cocô, em inglês). Dispensa comentários.
Ficha técnica: pendrive com 2GB de memória.
Preço nos EUA: US$ 27.
Impagável mesmo é o vídeo que o inventor desta genialidade criou para explicar a inspiração maravilhosa. Com a maior cara de pau, Shed Simove teve coragem de parodiar um vídeo da Apple. E o pior, extremamente bem feito:








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Ópera La Traviata, de Giuseppe Verdi, interpretada pelo Coral da Universidade Federal de Uberlândia


Eu estive lá e não posso deixar este espetáculo passar em branco aqui no blog.

A ópera La Traviata, de Giuseppe Verdi, interpretada pelo Coral da Universidade Federal de Uberlândia (Teatro Lírico Experimental) recebeu uma salva de palmas da platéia, salva esta bem merecida, pois a peça foi belissimamente apresentada. 

Apesar do desgosto de não ver o meu amigo Fábio Santos no piano (que inclusive, gentilmente me cedeu o ingresso e que se empenhou sobremaneira na realização desta ópera), o espetáculo foi belíssimo com uma qualidade sonora impressionante. As vozes, tanto do coral quanto dos solistas, estavam afinadíssimas sem contar com a orquestra, que por sinal não estava completa, mas que acompanhou estupendamente os vocais.

É claro que não houve perfeição nas atuações cênicas e nas composições de cenários devido, respectivamente, ao pouco tempo de ensaio e à falta de verba necessária (o que não é de se espantar num país que não valoriza as artes como deveria), mas isto não interferiu de maneira significante no belíssimo desempenho da apresentação (dando destaque à poderosa atuação da cantora principal que interpretou maravilhosamente Violeta).

Fica aqui, portanto, a minha sincera homenagem a esta linda apresentação e à todos que de alguma maneira participaram e se esforçaram na concretização desta obra de arte apresentada na cidade de Uberlândia, MG. Parabéns!



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Imagens da Inauguração da iDream Store em Uberlândia

Ontem, 19/11, inaugurou em Uberlândia a nova loja especializada em produtos Apple, iDream Store.

Estive lá e, sinceramente, fiquei p... da vida! Pensa num punhado de adolescentes histéricos gritando por causa da apresentadora da MTV, VJ Marimoon, (não tenho nada contra a apresentadora e os adolescentes só acho que não precisava de tudo isso)! Resumindo, não vi merda nenhuma da tal loja que ao meu “pouco” ver pareceu bem pequena em relação às outras do mesmo tipo espalhadas no Brasil e no mundo. Mas ta bem, não posso falar nada ainda da loja, pois, como já disse, não a pude ver!

É por causa destas e outras que percebemos claramente a diferença cultural que ainda persiste no Brasil, em relação á outros países. Nos Estados Unidos também se fazem aglomerados de pessoas quando é inaugurada mais uma Apple Store, só que a grande diferença é que lá eles se aglomeram para conferir a atração principal: a loja e seus produtos, e aqui no Brasil, mais especificamente em Uberlândia, eles se aglomeram para ver a apresentadora e não a loja. Certamente que se perguntássemos para muitos daqueles adolescentes que estavam ali qual loja era aquela, eles mal saberiam responder, ou falariam: Ah! Uma loja que vende computador!   

Bom, já deu para perceber a minha indignação né? Mas enfim, postarei aqui algumas fotos de “parte da loja”, que, depois de me espremer naquele tumulto, consegui tirar para vocês!  










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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Universidade de São Paulo irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia

A Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das maiores instituições particulares de ensino em São Paulo, causou a revolta de membros da comunidade gay por causa de um artigo assinado pelo seu chanceler e reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes.
O texto, publicado no site do Mackenzie nesta terça (16) e retirado logo depois, diante da polêmica no Twitter, se mostra contra a aprovação da lei "anti-homofobia" - ou seja, pleiteia o direito de continuar se posicionando contra o homossexualismo.
Gomes Lopes diz que a comunidade presbiteriana respeita "todas as pessoas", mas que também defende o direito de poder criticar estilos de vida que estejam em desacordo com as ideias da igreja.
A assessoria de imprensa do Mackenzie não soube explicar o motivo de o texto ter sido retirado do site poucas horas depois de publicado, limitando-se a dizer, em nota: "O Mackenzie se posiciona contra qualquer tipo de violência e descriminação (sic) feitas ao ser humano, como também se posiciona contra qualquer tentativa de se tolher a liberdade de consciência e de expressão garantidas pela Constituição."
Intitulado "Manifesto Presbiteriano sobre a Lei da Homofobia", o texto assinado pelo reverendo Gomes Lopes se propõe a "servir de orientação à comunidade acadêmica." Ele se baseia no Salmo 1, que, "juntamente com outras passagens da Bíblia, mostra que a ética da tradição judaico-cristã distingue entre comportamentos aceitáveis e não aceitáveis para o cristão."
Leia abaixo a carta na íntegra, que foi retirada do site do Mackenzie pouco depois de sua publicação:
"Manifesto Presbiteriano sobre a Lei da Homofobia
Leitura: Salmo 
O Salmo 1, juntamente com outras passagens da Bíblia, mostra que a ética da tradição judaico-cristã distingue entre comportamentos aceitáveis e não aceitáveis para o cristão. A nossa cultura está mais e mais permeada pelo relativismo moral e cada vez mais distante de referenciais que mostram o certo e o errado. Todavia, os cristãos se guiam pelos referenciais morais da Bíblia e não pelas mudanças de valores que ocorrem em todas as culturas.
Uma das questões que tem chamado a atenção do povo brasileiro é o projeto de lei em tramitação na Câmara que pretende tornar crime manifestações contrárias à homossexualidade. A Igreja Presbiteriana do Brasil, a Associada Vitalícia do Mackenzie, pronunciou-se recentemente sobre esse assunto. O pronunciamento afirma por um lado o respeito devido a todas as pessoas, independentemente de suas escolhas sexuais; por outro, afirma o direito da livre expressão, garantido pela Constituição, direito esse que será tolhido caso a chamada lei da homofobia seja aprovada.
A Universidade Presbiteriana Mackenzie, sendo de natureza confessional, cristã e reformada, guia-se em sua ética pelos valores presbiterianos. O manifesto presbiteriano sobre a homofobia, reproduzido abaixo, serve de orientação à comunidade acadêmica, quanto ao que pensa a Associada Vitalícia sobre esse assunto:
"Quanto à chamada LEI DA HOMOFOBIA, que parte do princípio que toda manifestação contrária ao homossexualismo é homofóbica, e que caracteriza como crime todas essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre o homossexualismo como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos.
Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna em 1988 já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e a legislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, "desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher" (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam que a prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de Deus (Romanos 1.24-27; 1Coríntios 6:9-11).
A Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada lei da homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais.
Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil reafirma seu direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo".
Rev. Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie"
Para a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), a publicação do texto é “lamentável”. “No Brasil, só conseguimos resolver a questão da discriminação racial quando se aprovou uma lei criminalizando o racismo. O que queremos com a lei é a possibilidade de punir quem cometer violência contra um GLBT (gay, lésbica, bissexual e travesti). E violência também pode ser verbal”, afirmou Márcio Marins, secretário da ABGLT.

O texto também desagradou ao Diretório Central dos Estudantes (DCE) do Mackenzie. Segundo o secretário-geral, Gustavo Di Lorenzo, de 20 anos, o DCE considera “um erro” do chanceler “colocar sua opinião como sendo a da universidade”. “O manifesto é contrário ao que pensam os alunos e professores do Mackenzie. O ambiente universitário tem de ser aberto à diversidade”, afirmou.

Fonte: G1 Gospel



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Um olhar em vídeo dentro dos nossos corpos


















Há um belo vídeo chamado "The Inner Life of the Cell", uma animação de células brancas atacando uma infecção, lançado há alguns anos. Desde então, a animação molecular continuou a se desenvolver, tornando-se mais valiosa cientificamente e visualmente impressionante. Tipo, muito impressionante.

O trabalho mais recente da Xvivo, a empresa de animação científica que produziu o vídeo "The Inner Life of the Cell" em 2006, se chama "Powering the Cell: Mitochondria". Assista-o abaixo em 720p. Ele é muito lindo.



Mas essas animações não são meras distrações, e não servem só pra impressionar as pessoas e fazê-las parar e considerar as maravilhas microscópicas contidas dentro de seus corpos. Cada vez mais, estas animações estão sendo usadas por grandes cientistas para dar uma ideia melhor do que acontece com as células que são objeto de estudo deles. Confiáveis como técnicas anteriores de imagem médica, eles dizem que não há nada como ver as células em ação

As animações em geral são produzidas com programas como o Maya, obtendo dados de fontes disponíveis de forma pública, como o Protein Data Bank, um banco de dados que guarda coordenadas 3D para cada átomo de cerca de 63.000 proteínas. E enquanto alguns cientistas alertam que as animações dependem de uma quantidade grande de chutes, outros parecem vê-las como uma ferramenta essencial em uma disciplina sempre cheia de dados novos.

Em todo caso, parece que as animações científicas serão uma parte integral da próxima geração de cientistas estudando nosso espaço interior: um livro-texto digital chamado Life on Earth, capitaneado pelo biólogo da Universidade Harvard E.O. Wilson, entre outros, está em desenvolvimento agora e vai incorporar várias animações detalhadas como parte central do currículo. E assistindo "Powering the Cell: Mitochondria", eu tenho que concordar: minhas células nunca estiveram tão belas.

Fonte: Gizmodo



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