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sábado, 12 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Abandono do cristianismo bate recorde entre jovens e adultos!

 
Sociólogos estão vendo acontecer entre os jovens adultos dos EUA uma grande mudança: o abandono do cristianismo. Uma resposta honesta requer um exame deste “êxodo” e alguns questionamentos sobre os motivos desta mudança.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Dinesh D'Souza vs Christopher Hitchens

Aqui vão trechos do debate entre Dinesh D'Souza (cristão) e Christopher Hitchens (ateu). Apesar de não ser um vídeo recente considero-o de extrema relevância na formação do pensamento teísta atual! Vale a pena assitir!

sábado, 20 de novembro de 2010

Declaração polêmica da Associação Humanista Americana

Resolvi postar esse vídeo da Associação Humanista Americana devido à sua relevância no contexto mundial atual.
Certamente que alguns irão se escandalizar dizendo: Que Blasfêmia!É o diabo, só pode! Outros, no entanto, poderam dizer: É isso mesmo, eu sempre pensei assim, a religião é uma merda msm! Seja como for...
Não vou postar aqui a minha opinião sobre isso, apenas não poderia deixar de lado esse importante pronunciamento, até mesmo como uma forma de estimular a conciência crítica em geral no sentido da reafirmação lógica ou reformulação da sua concepção de mundo e de fé!



Fonte: Bule Voador




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Woopie Goldberg da resposta em pastor na TV e é aplaudida!



O premiado talk show “The View”, apresentado no canal ABC, reúne mulheres famosas que discutem assuntos do cotidiano e recebem convidados. Nesta terça-feira (16/11), um dos convidados foi Joel Osteen, pastor de uma das maiores igrejas americanas. Ele foi promover o lançamento do seu novo livro: The Christmas Spirit  [O Espírito do Natal]. Mas a parte final do programa gerou controvérsia por conta da saraivada de críticas à posição da igreja sobre o homossexualismo.

Estavam presentes nesta edição a veterana jornalista Barbara Walters, as comediantes Joy Behar e Sherri Shepherd, além da atriz Woopi Goldberg. Veja como foi o debate.

Barbara Walters: Desculpe. Eu só quero perguntar-lhe sobre um assunto controverso, embora saiba que você fica, ou tenta ficar, longe de questões polêmicas. Da última vez que você estivesse aqui, disse que a homossexualidade não é, eu estou te citando, “o melhor de Deus.” Recentemente, o pastor de uma igreja evangélica na Georgia chamado Jim Sully saiu do armário e disse que é gay. AQUI Ele foi casado, tem filhos, mas ele é gay. Qual é o seu sentimento sobre isso?

Pastor Joel Osteen: Bem, Barbara, primeiro eu deveria terminar a frase. Preciso deixar claro. Não acho que isso é o melhor de Deus para sua vida. Não acho é o melhor que Deus tinha quando nos fez. Quanto ao pastor que você mencionou, eu não sei qual é a situação dele. Acredito que as Escrituras ensinam que um pastor nessa posição de liderança, dizendo isso não ficaria em uma igreja cristã como a nossa. Mas eu não sei se ele é, se deve assumir ou não. Eu creio que talvez, se ele estiver aberto…

Walters: Se ele está em uma igreja cristã, então deve sair se for gay?

Osteen: Sabe, acho que depende apenas dele. Eu não sei. Quer dizer, o principal, Barbara, é que somos a favor das pessoas. Às vezes ficamos presos em…

Joy Behar: Você sabe que não é uma escolha, pastor. Não é uma escolha e, portanto, não acho que Deus olha atravessado para a homossexualidade, desse jeito, porque não é uma escolha. As pessoas nascem assim. Eles são o que são.

Osteen: Se você for até a nossa igreja, veria pessoas com todo o tipo de experiências no passado. Não temos placas na entrada dizendo “Proibido a entrada de gays, alcoólicos, drogados”. Somos um lugar para todos. Não somos contra as pessoas. Estamos querendo ajudá-las.

Joy Behar: Mas quando você diz que a Bíblia é contra o homossexualismo e os gays. Bem, isso faz com que as pessoas sofram violências, coisas ruins acontecem com eles por causa do que vocês dizem sobre esse assunto… É terrível!

Osteen: Bem, isso é difícil de entender, Joy. Não somos a favor da violência. Se você acompanhar o nosso ministério verá que apoiamos as pessoas. Mas há passagens nas Escrituras que não podemos mudar…

Whoopi Goldberg: Eu tenho uma pergunta, porque realmente acredito que Deus disse muito claramente: “Ninguém pode julgá-los além de mim. Se você tem um problema, se algo está acontecendo, você não precisa ouvir o que os outros estão dizendo. Vinde a Mim, e Eu os perdoarei”.

[aplausos]

Fonte: PavaBlog

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Repensando a Igreja em sua cultura local!

Como já esclarecido anteriormente, a saga da igreja primitiva foi obscurecida por séculos, porque os livros do nosso Novo Testamento foram organizados fora de ordem. O presente acordo de livros do Novo Testamento criou um viveiro para o muito prejudicial "cortar e colar", forma de abordagem do estudo da Bíblia, que fora de contexto, se utiliza de "textos-prova" que são posteriormente juntados para apoiar o homem em suas doutrinas e práticas .

Na mitologia grega, um homem chamado Procrusto possuía uma cama "mágica" que tinha a propriedade  de se adequar à quem recaia sobre ela. Mas a cama não era tão mágica assim. Procusto tinha um método simples para criar a sua cama com “ um tamanho para todos". Se a pessoa que sobre ela deitava  era muito pequena, Procusto esticava seus membros para que ela cabesse na cama! Se a pessoa era muito grande, Procusto cortava seus membros para torná-los “adequados” à cama.

O conceito moderno de "igreja" é uma cama de Procrusto. Escrituras que não cabem à sua forma ou são cortadas (excluídas), ou elas são “esticadas” para que se adequem ao seu molde.

Muitas das práticas da igreja contemporânea não têm respaldo bíblico. Ainda assim, são justificadas pela nossa hermenêutica de "cortar e colar". Estas práticas, inventadas pelo homem, se opoem à natureza orgânica da igreja. Elas também são contrárias ao Reino de Deus. Na verdade, elas impedem o Brasil de avançar. Elas não refletem a mensagem de Jesus Cristo, nem expressam sua Autoridade e sua personalidade gloriosa (o chamado original da Igreja no mundo). Em vez disso, elas refletem a entronização das idéias humanas e suas tradições, sufocando a expressão natural da igreja.

Lamentavelmente, muitas pessoas hoje justificam essas práticas, dizendo que a igreja se difere em cada cultura.E que por isso, em nossa cultura, Deus aceita o sistema clerical, a adoração na forma de expectadores, o único pastor (ou bispo), a prática e a mentalidade da igreja ser um lugar para onde"ir", e uma série de outras práticas que foram criadas por volta do século 4, como resultado do encorporamento de costumes greco-romanos pelos cristãos em seus dias.

Mas este argumento é extremamente falho. Deixe-me explicar.

Vou me utilizar de Paulo quando ele diz: "não lhe ensina a natureza?"

É evidente no Novo Testamento que a igreja é um organismo vivo. É uma nova entidade biológica. Como disse CS Lewis, é uma "nova espécie" (Ef 2:15; Gl 3:28;. 1Co 10:32;. Colossenses 3:11, 2 Coríntios 5:17).. Este organismo é produzido quando a semente viva do Evangelho de Cristo é plantada nos corações dos homens e mulheres, então eles se tornam autorizados a se reunir.

Curiosamente, o organismo da igreja tem um DNA que produz certas características identificáveis. Algumas delas são: A experiência de comunidade, os frutos do Espírito, um amor familiar e devoção entre os seus membros, o funcionamento de cada membro do Corpo de Cristo, a centralidade de Jesus Cristo, encontros abertos, participativos, etc.

Agora. . . enquanto a semente do evangelho produz naturalmente essas particularidades, como elas se expressam pode ser ligeiramente diferente de cultura para cultura. Por exemplo, uma vez plantada uma igreja orgânica no país do Chile, as canções que escreverem, a forma como eles se interagirem uns com os outros, suas reuniões, o que eles fizerem com as crianças, parecerá, por fim, diferentes de igrejas orgânicas nascidas na Inglaterra, nos Estados Unidos ou na Austrália. No entanto, as mesmas características básicas que residem no DNA da igreja se fará presente em todas. Jamais uma dessas igrejas produzirá um sistema de clero, um pastor único, uma estrutura hierárquica, uma ordem de culto que faz da maioria pessoas passivas, etc.


Na natureza, nós temos um arbusto florido da espécie Hydrangea macrophylla (Hortência). Se você tomar a semente desse arbusto e a plantar no solo de Indiana (EUA),  quando este florecer, produzirá flores cor de rosa. Se você tomar essa mesma semente e a plantar no solo do Brasil ou no da Polónia, ela produzirá flores azuis. E ainda se você tomar exatamente a mesma semente e a plantar em outro tipo de solo, isso resultará em flores roxas. (A razão tem a ver com os níveis de ph diferentes nos vários tipos de solo.)

No entanto, a Hydrangea macrophylla  nunca produzirá espinhos e abrolhos. Ela nunca terá laranjas ou maçãs. Nem crescerá forte como uma árvore. Por quê? Esses recursos não estão dentro do DNA de suas sementes. Da mesma forma, a Igreja de Jesus Cristo, quando plantada de forma adequada e deixada crescer por conta própria, sem interferência humana, produzirá certas características específicas em virtude do seu DNA.

Como a Hydrangea macrophylla, a Igreja poderá se diferenciar de cultura para cultura, mas a sua forma básica será a mesma. No entanto, quando o homem caído introduz tradições humanas em um organismo vivo (a Igreja), este perde suas características orgânicas e produz elementos estranhos que são contrários ao seu DNA.

Outro exemplo seria o elemento básico da vida humana, o próprio ser humano. Os seres humanos que são nativos da China parecem diferentes do que são nativos da América do Norte. Os seres humanos que são nativos da Suécia têm um olhar diferente do mundo dos seres humanos que são nativos da África do Norte. No entanto, o DNA humano é o mesmo para todos, e as características básicas de humanidade estão presentes em cada um deles. Por outro lado, uma vez eu vi um homem que gastou centenas de milhares de dólares em cirurgias plásticas para se tornar parecido com um gato! Isto é uma violação do DNA natural da humanidade. É antinatural e artificial.

Por conseguinte, a cultura pode alterar um pouco a aparência de uma igreja orgânica, dependendo de onde ela nasce. No entanto, não é permitido que a cultura “governe” sua expressão, podendo correr o risco decviolar, por fim, o seu código genético.

A Igreja exprime e expande o Reino de Deus da melhor maneira quando ela se expressa da forma  que Deus a criou, e quando ela se recusa a se cooptar à tradições e sistemas de organização dos seres humanos caídos.

Para mais informações, consulte o livro, Reimaginando a Igreja.


Tradução e edição: Danilo Augusto



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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Universidade de São Paulo irrita comunidade gay ao se posicionar contra lei anti-homofobia

A Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das maiores instituições particulares de ensino em São Paulo, causou a revolta de membros da comunidade gay por causa de um artigo assinado pelo seu chanceler e reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes.
O texto, publicado no site do Mackenzie nesta terça (16) e retirado logo depois, diante da polêmica no Twitter, se mostra contra a aprovação da lei "anti-homofobia" - ou seja, pleiteia o direito de continuar se posicionando contra o homossexualismo.
Gomes Lopes diz que a comunidade presbiteriana respeita "todas as pessoas", mas que também defende o direito de poder criticar estilos de vida que estejam em desacordo com as ideias da igreja.
A assessoria de imprensa do Mackenzie não soube explicar o motivo de o texto ter sido retirado do site poucas horas depois de publicado, limitando-se a dizer, em nota: "O Mackenzie se posiciona contra qualquer tipo de violência e descriminação (sic) feitas ao ser humano, como também se posiciona contra qualquer tentativa de se tolher a liberdade de consciência e de expressão garantidas pela Constituição."
Intitulado "Manifesto Presbiteriano sobre a Lei da Homofobia", o texto assinado pelo reverendo Gomes Lopes se propõe a "servir de orientação à comunidade acadêmica." Ele se baseia no Salmo 1, que, "juntamente com outras passagens da Bíblia, mostra que a ética da tradição judaico-cristã distingue entre comportamentos aceitáveis e não aceitáveis para o cristão."
Leia abaixo a carta na íntegra, que foi retirada do site do Mackenzie pouco depois de sua publicação:
"Manifesto Presbiteriano sobre a Lei da Homofobia
Leitura: Salmo 
O Salmo 1, juntamente com outras passagens da Bíblia, mostra que a ética da tradição judaico-cristã distingue entre comportamentos aceitáveis e não aceitáveis para o cristão. A nossa cultura está mais e mais permeada pelo relativismo moral e cada vez mais distante de referenciais que mostram o certo e o errado. Todavia, os cristãos se guiam pelos referenciais morais da Bíblia e não pelas mudanças de valores que ocorrem em todas as culturas.
Uma das questões que tem chamado a atenção do povo brasileiro é o projeto de lei em tramitação na Câmara que pretende tornar crime manifestações contrárias à homossexualidade. A Igreja Presbiteriana do Brasil, a Associada Vitalícia do Mackenzie, pronunciou-se recentemente sobre esse assunto. O pronunciamento afirma por um lado o respeito devido a todas as pessoas, independentemente de suas escolhas sexuais; por outro, afirma o direito da livre expressão, garantido pela Constituição, direito esse que será tolhido caso a chamada lei da homofobia seja aprovada.
A Universidade Presbiteriana Mackenzie, sendo de natureza confessional, cristã e reformada, guia-se em sua ética pelos valores presbiterianos. O manifesto presbiteriano sobre a homofobia, reproduzido abaixo, serve de orientação à comunidade acadêmica, quanto ao que pensa a Associada Vitalícia sobre esse assunto:
"Quanto à chamada LEI DA HOMOFOBIA, que parte do princípio que toda manifestação contrária ao homossexualismo é homofóbica, e que caracteriza como crime todas essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre o homossexualismo como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos.
Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna em 1988 já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e a legislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, "desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher" (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam que a prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de Deus (Romanos 1.24-27; 1Coríntios 6:9-11).
A Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada lei da homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais.
Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil reafirma seu direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo".
Rev. Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie"
Para a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), a publicação do texto é “lamentável”. “No Brasil, só conseguimos resolver a questão da discriminação racial quando se aprovou uma lei criminalizando o racismo. O que queremos com a lei é a possibilidade de punir quem cometer violência contra um GLBT (gay, lésbica, bissexual e travesti). E violência também pode ser verbal”, afirmou Márcio Marins, secretário da ABGLT.

O texto também desagradou ao Diretório Central dos Estudantes (DCE) do Mackenzie. Segundo o secretário-geral, Gustavo Di Lorenzo, de 20 anos, o DCE considera “um erro” do chanceler “colocar sua opinião como sendo a da universidade”. “O manifesto é contrário ao que pensam os alunos e professores do Mackenzie. O ambiente universitário tem de ser aberto à diversidade”, afirmou.

Fonte: G1 Gospel



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Entre a sinagoga e o areópago


Há algumas semanas, uma revista de grande circulação no país publicou reportagem de capa intitulada A nova reforma protestante. Entre várias opiniões, citações e ideias de diversas pessoas expressas no texto, foi mencionado algo que acontece na igreja que pastoreio: “Os sermões são chamados, apropriadamente, de palestras e são ministrados com recursos multimídia por um palestrante sentado em um banquinho atrás de um MacBook. A meditação bíblica dominical é comumente ilustrada por uma crônica de Luis Fernando Veríssimo ou uma música de Chico Buarque de Holanda”. Não é preciso dizer que alguns manifestaram indignação com o que foi dito na matéria. Já imaginou, disseram, um pregador sentado em banquinho? E como pode alguém fazer uso de idéias “pagãs” para elucidar um conceito sagrado? Que irreverência!
O que algumas pessoas que pensam assim não percebem é que há tanto tempo se encontram enclausuradas num modelo cultural de ser igreja que não conseguem mais distinguir entre o que é princípio bíblico e o que é modelo cultural construído ao longo dos anos. Por exemplo, pregar a Palavra de Deus com fidelidade é um princípio bíblico. Mas pregá-la de terno e gravata, atrás de um enorme e elevado púlpito de madeira, é um modelo cultural. Quem pensa assim passou a entender que a missão da Igreja é a manutenção das formas religiosas – sejam elas provenientes da cultura europeia do século 16 ou do caldo pop evangélico desenvolvido nas últimas décadas. E assim, a missão de comunicar o Evangelho àqueles que se encontram inseridos no mundo real tornou-se secundária ou esquecida.
Segundo Atos 2, Pedro, diante de uma multidão de judeus, pregou o Evangelho fazendo uso da cultura desenvolvida nas sinagogas judaicas. Desde o início de sua mensagem, o apóstolo afirma que iria “esclarecer” algumas coisas. Ou seja, ele não se propõe a apresentar algo novo, mas lançar novas luzes sobre tudo o que já conheciam. Citou profetas do Antigo Testamento, sem qualquer preocupação em explicar que foram aqueles homens do passado – afinal, seus ouvintes os conheciam e respeitavam. Além disso, termina usando um conceito judeu, ao apresentar Jesus como “o Cristo”. E, assim, presenciou três mil conversões.
Alguns capítulos adiante, lemos que Paulo, em Atenas, pregou para uma plateia formada pela elite pensante da época. Falou do mesmo Evangelho, mas em um formato bem diferente. Diante do areópago grego, começou perguntando o que se encontra na mente e no coração das pessoas. Em seguida, fez uso de conceitos que pertenciam à história e à cultura helênica, para só então apresentar o “Deus desconhecido”. O impacto da palavra de Paulo é impressionante! Alguns resistem fortemente, mas outros se rendem ao Evangelho.
O que aconteceria se Pedro fizesse sua famosa pregação do dia de Pentecostes no areópago de Atenas? Provavelmente, os atenienses o desprezariam, pois não entenderiam o discurso. Não faria qualquer sentido para eles citações do profeta Joel ou do rei Davi, pois tais personagens lhes eram absoltamente desconhecidos. E falar em um Cristo, figura que não pertencia à tradição ateniense, teria como resultado incompreensão ou indiferença. Por outro lado, um Paulo falando em “Deus desconhecido” diante de judeus na festa de Pentecostes provavelmente seria apedrejado. Os ouvintes ficariam indignados por ver conceitos pagãos sendo empregados em referência aos ensinos dos personagens do passado hebreu registrados nas Escrituras do Antigo Testamento.
Hoje, muitos cristãos e igrejas vivem inseridos na cultura da sinagoga. Observam formatos litúrgicos que foram desenvolvidos ao longo dos anos a fim de que todos os iniciados na fé sintam-se confortáveis. Na verdade, são conceitos e palavras perfeitamente compreensíveis àqueles que já participam do ambiente há muitos anos; tudo é feito tendo em vista este público interno, os iniciados que conhecem os símbolos suficientemente.
O grande problema é que vivemos no areópago. Assim, a Igreja que entende que a essência de sua missão é a comunicação do Evangelho aos que a cercam precisará aceitar o desafio de pregar perante o areópago. Isso, certamente, gerará certo desconforto aos iniciados, pois demandará mudanças, maior conhecimento e sensibilidade para com a cultura daqueles que queremos alcançar – e poderá, até mesmo, levar alguns pregadores a trocar os púlpitos por banquinhos, usar um MacBook ao lado da Bíblia e citar Luis Fernando Veríssimo e Chico Buarque de Holanda a fim de ajudar seus ouvintes a entender mais facilmente a mensagem da salvação.

Fonte: Cristianismo Hoje


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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Put ‘Christ’ back in the Christmas race!



"Ter uma crença porque pensa que ela é útil e não porque pensa que é verdadeira!" Por Bertrand Russell


Abaixo, citarei uma pequena e editada passagem de uma entrevista realizada com Bertrand Russell.

Bertrand Arthur William Russell, 3º Conde Russell (Ravenscroft, País de Gales, 18 de Maio de 1872 — Penrhyndeudraeth, País de Gales, 2 de Fevereiro de 1970) foi um dos mais influentes matemáticos, filósofos e lógicos que viveram no século XX. Político liberal, ativista e um popularizador da filosofia. Inúmeras pessoas respeitaram Russell como uma espécie de profeta da vida racional e da criatividade. A sua postura em vários temas foi controversa.

Tal citação aqui postada esta fragmentada, pois quis valorizar partes que julgo eu serem de extrema importância no contexto de ética e moral atuais, desprezando outras que, pessoalmente, não concordo, pois defendem o ateísmo, teoria a qual não acredito.

Fragmentos da entrevista:

[Russell] Me parece uma desonestidade fundamental e uma traição à integridade intelectual ter uma crença porque pensa que ela é útil e não porque pensa que é verdadeira...

[Entrevistadora] Estava pensando naquelas pessoas que acham que algum tipo de código religioso as ajuda a viver suas vidas e lhes dá um conjunto restrito de regras, o certo e o errado...

[Russell] Essa peculiar... Essas regras são geralmente equivocadas. Muitas fazem mais mal do que bem...

[Entrevistadora] Mas, nós talvez, ou a pessoa comum, talvez não seja forte o bastante para achar essa ética própria. Precisam ter algo externo que seja imposto sobre elas.

[Russell] Não acho que isso seja verdade, o que é imposto externamente não tem nenhum valor, não conta.


Abaixo, também, coloco o código de conduta liberal (proposto por Russell) baseado em dez princípios, à maneira do decálogo cristão. "Não para substituir o antigo", diz Russell, "mas para complementá-lo". Os dez princípios são:
  
   1. Não tenhas certeza absoluta de nada.
   2. Não consideres que valha a pena proceder escondendo evidências, pois as evidências inevitavelmente virão à luz.
   3. Nunca tentes desencorajar o pensamento, pois com certeza tu terás sucesso.
   4. Quando encontrares oposição, mesmo que seja de teu cônjuge ou de tuas crianças, esforça-te para superá-la pelo argumento, e não pela autoridade, pois uma vitória dependente da autoridade é irreal e ilusória.
   5. Não tenhas respeito pela autoridade dos outros, pois há sempre autoridades contrárias a serem achadas.
   6. Não uses o poder para suprimir opiniões que consideres perniciosas, pois as opiniões irão suprimir-te.
   7. Não tenhas medo de possuir opiniões excêntricas, pois todas as opiniões hoje aceitas foram um dia consideradas excêntricas.
   8. Encontres mais prazer em desacordo inteligente do que em concordância passiva, pois, se valorizas a inteligência como deverias, o primeiro será um acordo mais profundo que a segunda.
   9. Sê escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.
  10. Não tenhas inveja daqueles que vivem num paraíso dos tolos, pois apenas um tolo o consideraria um paraíso.

Coloquei aqui estes princípios, pois os considero sábios e bastante interessante para aqueles que, assim como eu, não se adéquam às estruturas antigas estabelecidas! Não que eles sejam todos irrefutáveis, mas vale a pena ao menos refletir sobre eles.

Abaixo vai o link da entrevista completa com Russel para aqueles que tiverem maior curiosidade!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

E novamente, o mesmo papo!


Estes dias, novamente me deparei com um caso freqüente e que pela explícita auto-explicação decidi postar aqui...
Quantos, que como eu, já não passaram pelo mesmo famigerado diálogo!
Estava eu passeando no centro da cidade quando encontrei um amigo (evangélico roxo) que há um tempo não via. Conversa vai, conversa vem, e lá veio novamente aquele assunto:

_ Então Danilo, de qual igreja você é mesmo?
_ Da de Cristo, respondi eu já prevendo o que viria por aí.
_ Eu sei, mas de qual denominação você é? Disse ele rindo.
_ Da Cristã, disse eu calmamente.
_ Ok, já entendi que você não anda freqüentando nenhuma igreja não é? Disse ele ironicamente.
_ Eu freqüento a Igreja sim. Disse eu.
_ Mas você não vai a um templo, ou vai?
_ Eu sou o templo, se o Espírito disse que seriamos Seu templo então eu sou, e você também é. Respondi tranquilamente.
_ Ta bom, mas com quem, então, você entra em comunhão? Respondeu ele começando a se irritar.
_ Com qualquer cristão ué! Poderia ser com você, com aquele cara que está passando ali, qualquer um.
_ Mas você tem de ir à igreja! Disse ele chocado.
_ Nós não vamos retornar ao ponto sobre Igreja não é? Disse eu rindo dessa vez.
_ Ta legal! Mas você sabe que temos de ter uma cobertura espiritual dos nossos pastores e líderes. Quem é a sua cobertura então?
_ Jesus! Disse eu paciente.
_ Mas você precisa de outra cobertura!
_ Ué, para mim a cobertura de Jesus Cristo é mais do que suficiente! Por quê? Você precisa de outra que não seja a Dele?
_ Não, mas é que... Você sabe né?
_ O que?
_ Sei lá, isso é rebeldia!
_ O que? Ter Cristo como cobertura? Ser Templo do Espírito? O que?
_ Não, não é isso. Disse ele rindo nervosamente.
_ O que é então?
_ Ah, deixa pra lá, foi bom ver você novamente, mas tem de ir, estou atrasado já. Disse ele com um sorriso nervoso e apertando minha mão.
_ Tudo bem, foi bom te ver também, qualquer dia desses me liga pra gente fazer algo!
_ Ta bom então. E olha. Cuidado viu...
_ Com o que?
_ Nada, esquece! Disse ele, por fim, se afastando e me abanando um tchau.

Sinceramente, acho que isto não precisa de maiores explicações não é? E o que eu me pergunto é: até quando esta peste doutrinária, de casa de Deus, cobertura espiritual, dízimo e tudo o mais, continuará cegando e manipulando aqueles que não entendem, ou que por si só não conseguem romper com tudo isso!



  

sábado, 13 de novembro de 2010

O Labirinto do Fauno e a libertação da mente



Apesar de não ser um lançamento, este é um filme que merece ser comentado devido à sua beleza e complexidade, e na minha opinião é um dos melhores filmes ja lançados.

O Labirinto do Fauno (de Guillermo Del Toro ) nos remete ao ano de 1944, fim da guerra civil, e conta a apaixonante viagem de Ofélia, uma garota de 13 anos que, junto com sua mãe, Carmen, que está no final da gravidez, se muda para uma cidade do interior onde se encontra em destaque, Vidal, um cruel capitão fascista que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade, novo marido de Carmen e por quem Ofélia não sente nenhum afeto. Uma noite, Ofélia descobre as ruínas de um labirinto onde se encontra com um fauno, uma estranha criatura que lhe faz uma incrível revelação: Ofélia é, na realidade, uma princesa, a última de sua estirpe, aquela que todos passaram muito tempo esperando. E para regressar ao seu reino mágico, ele deverá passar por três provas antes da lua cheia.

De inicio podemos pensar que se trata apenas de mais um filme infantil com mundos mágicos, vilões terríveis e princesas, mas devemos nos atentar que por de trás uma fábula pode existir uma mensagem incrivelmente profunda, como já diria nosso autor C.S. Lewis com sua fabulosa obra Crônicas de Narnia.

Para começar podemos perceber uma profunda critica ao autoritarismo e à coerção, expressa claramente na figura do oficial, Vidal, padrasto de Ofélia. Com sua arrogância inata e em meio a um clima de guerra e medo, Ofélia encontra um mundo mágico onde existe um caminho, uma esperança, de ela sair de tudo aquilo, e como princesa, partir para o seu Reino encantado.

Como uma das analises podemos perceber que Ofélia cria para si um mundo que, naquele momento, se torna um refúgio do medo e das inseguranças presentes em sua casa. É certo que tal mundo é cheio de desafios e provações, exigindo da garota coragem e determinação, mas acima de tudo o que move a garota é a Esperança de um lugar melhor repleto de alegria, amor e paz. Tal válvula de escape, garante à menina a coragem necessária para enfrentar o autoritarismo de seu padrasto e mais todas as situações que nem mesmo um adulto ousaria enfrentar sozinho.

Podemos, então, pensar que tudo isto é muito bonito, mas não se aplica muito à realidade e é aí que entra a beleza dessa história. Imagine um grupo de presidiários, expostos a condições subumanas, cantando alegremente e sem cessar! Imagine também uma pessoa sendo entregue às feras com um coração repleto de paz e gratidão! Ou mais, imagine uma pessoa prestes a ser apedrejada que olhando para os céus contempla uma belíssima visão.

Pois esses são apenas poucos exemplos de pessoas que com suas mentes livres e entregues às suas crenças passaram por terríveis provações que poucos conseguiriam passar, pelo menos não desta forma. Estes foram os Cristãos da igreja primitiva! Assim como Ofélia eles tinham uma arma poderosa a seu favor: Uma mente livre! Toda forma de agressão física e moral poderia ser direcionada a Ofélia, mas na sua mente ninguém podia tocar. Ninguém podia impedi-la de sonhar, de ter esperança, e foi justamente isso que moveu a igreja primitiva à medida que a Esperança de um lugar melhor, repleto de justiça e paz, os esperava como um Reino para todos os príncipes e princesas que eles descobriram que eram através de Cristo.

Note a semelhança do que Ofélia viveu com a jornada de um cristão: Um príncipe ou uma princesa que passando por provações regressa ao seu Reino prometido!

Devemos resgatar a maravilhosa verdade de que as nossas mentes foram libertadas por Jesus para que livremente possamos lutar e nos alegrar na esperança de um Reino de paz e amor. É essa verdade que moveu Ofélia, é essa verdade que moveu os primeiros cristãos e é essa verdade que deve nos mover ainda hoje.

A Esperança da ressurreição e da glória (o Reino dos Céus) não é algo que tem sido valorizado nos sermões atuais, e é o que predominava nos sermões de Jesus! Curioso não? Não estou aqui defendendo que não devemos pensar no presente e no meio em que vivemos, até porque o Reino dos Céus também se faz presente na terra, no meio do povo, só estou resgatando a realidade da esperança futura, que assim como a presente, não deve ser desprezada.

Isto é só uma das maravilhosas ilustrações e discussões deste filme no meio de muitas outras como fraternidade e comunidade (expressa pela relação entre os guerrilheiros), fé e amor (expressa pela luta constante de Ofélia em salvar sua mãe), altruísmo (ilustrado pela disponibilidade de salvar o irmão, custe o que custar, mesmo sendo sua própria vida) e redenção (ilustrada pela sua morte e chegada em seu maravilhoso Reino).

Portanto, assim como Ofélia, resgatemos a emoção e as descobertas de uma mente livre, criativa e esperançosa.
Paz!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Desmitificando a Bíblia


Bíblia! Comumente definida como a palavra de Deus! Partindo de tal definição discorremos:
A Bíblia em essência é a palavra de Deus, e não só a palavra, mas a palavra revelada, em ação. O Logos (no grego=palavra). O verbo. “No princípio era o Verbo (a palavra), e a palavra estava com Deus, e a palavra era Deus” João 1:1.
O capitulo de João 1 nos ensina que o Verbo, a Palavra, é Jesus Cristo. Portanto a Bíblia é a Palavra revelada, Cristo. Jesus é a revelação de Deus á criação. “E a Palavra se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” João 1: 14.
Logo, crendo que a Bíblia é a Palavra revelada: Cristo! Faço-me a seguinte pergunta: Pode-se limitar Cristo? Pode-se de alguma forma quantificar o seu poder ou medir a sua extensão? É possível por fim na Sua ação que é eterna? Não.
Há, então, algo de extremamente errado em querermos limitar a Bíblia dentro de um tempo e espaço, ou em 66 livros lacrados, ou em um conjunto fechado de pessoas que fizeram parte Dela. Estaríamos limitando assim o Cristo.
O que pensar então? Que a Bíblia, sendo Cristo, não se limita, e toda criatura ou ser que de alguma forma revela Cristo á criação faz parte da Bíblia, tanto ontem, quanto hoje, quanto amanhã. 
Por isso a Bíblia não foi construída, mas ela existe, infinda, e fazem parte dela todos aqueles que a expressam, isto é, expressam a Cristo, a Palavra. Adão, Abraão, Isaías, João, Pedro, Paulo... fizeram parte da Bíblia assim como hoje a Maria, o José, o Antônio... também fazem (nomes genéricos). A natureza também faz parte da Bíblia, pois expressa inegavelmente a Cristo.
E o que mais me surpreendeu foi quando me dei conta do seguinte pensamento:
Não é sábio também, pensar que só expressa Cristo aquele que tem parte com ele ou que o segue. Note por exemplo que o próprio Diabo expressa Cristo na medida em que revela o seu oposto, e isso é tão real que, se olharmos para as escrituras vemos nela a presença de Satanás, de homens maus, e outros. Pense bem, quando olhamos para o mal, logo entendemos que existe um oposto, o bem, e que, portanto o mal revelou o bem. Por isso não só o bem revela a Cristo, como também o mal, a lei e a graça, a vida e a morte, a verdade e a mentira, enfim tudo. Toda a criação revela o Cristo, absolutamente tudo, (porque Dele, por Ele e para Ele são todas as coisas) e tudo, assim, pertence á Bíblia. Ilimitada!
Você, eu, o outro, todos e tudo revelamos Cristo, e por isso, tudo pertence á Bíblia! Isto revela Sua essência não excludente, assim como Cristo o é.
Então pensei: de que forma revelarei a Cristo? Serei o bem ou mal, a verdade ou mentira, a justiça ou a injustiça, o amor ou o ódio? Não que nesta vida serei exatamente tais extremos, mas qual lado escolherei? Já que todos estamos na Bíblia? Tal responsabilidade certamente existe e está aí diante de nós.
Não me justificarei aqui defendendo as escrituras, pois para mim é inegável a sua grande Verdade, e a sua auto-justificação, mas exponho, apenas, meus pensamentos como forma de liberdade no Espírito de Deus, que nos fez seres pensantes.
Minha crítica se direciona àqueles que subvertendo a pureza do Cristianismo, usam as escrituras como instrumento dogmático de autoritarismo e intolerância, alienando e manipulando as massas, para um fim próprio, egoísta e vil em si mesmo. Devemos tirar o véu do dogma humano das escrituras e entendermos o real significado do que é a Palavra, da sua infinitude e do seu poder incompreensível de revelação, de luz!
Que tal palavra possa brilhar em toda Sua imensidão na sua própria criação, que, por conseguinte, faz parte Dela.
Com tudo isso concluo, de maneira aberta e não dogmática, que Tudo, absolutamente todas as coisas revelam a Cristo, a Palavra, e, portanto fazem parte da Bíblia. Que tal Palavra é a infindável Luz da criação e poderosa revelação do que É.  E que diante da dualidade das coisas, e do nosso livre arbítrio, existe grande responsabilidade individual e coletiva na maneira pelo qual O (Cristo) revelaremos ao mundo. Qual será o nosso papel na Bíblia?
Um pequeno esclarecimento: Em Apocalipse, quando fala de não retirar ou acrescentar palavras neste livro, entendo claramente que se refere ao livro profético de Apocalipse, exclusivamente, e não a um conjunto de livros.
Pense sobre isso...
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